domingo, 12 de dezembro de 2010

'No meu mundo...'

Como sempre brisando, estava a imaginar como seria meu mundo. Todas as pequenas merdas e pequenos detalhes que incomodam, não exisitiram. Achei também que seria de alto teor curioso (?) postar sobre isso.

Bom,
Pra começar, no meu mundo não existiriam insetos voadores. Ou talvez existiriam mas eles seriam completamente invisíveis e imperceptíveis aos humanos.
As casas seriam que nem no Dragon Ball Z, no qual se carrega uma cápsula que, ao jogada ao chão se transforma numa casa normal. Seria mais prático.
Nada se perderia e tudo se encontraria. Por exemplo: 'MAAAAAAE, CADE MINHA TIJELA DOS 101 DALMÁTAS QUE EU USAVA PARA TOMAR LEITE COM SUCRILHOS KELLOG'S QUANDO A GENTE MUDOU DO 2º PARA O 6º ANDAR NO PENULTIMO CONDOMÍNIO QUE A GENTE MOROU?' 'IIIIH FILHO, NÃO SEI!'
Pronto, só de se pensar nessa tijela aí, ela apareceria na sua mão como num passe de mágica, maôe.
No meu mundo, precisaria resolver o problema de saúde, então eu estipularia que todos nascem, vivem e morrem completamente saudáveis. A moeda não seria o dinheiro e sim a troca de produtos, tipo feudalismo, manja? (talvez eu tenha que reelaborar essa parte).
As pessoas seriam normais, como são hoje. Todos os irmãos menores hiperativos nasceriam com um chip implantado para quando se precisa encontrá-los com urgência para algum tipo de reunião familiar ou qualquer outra circunstância que eu não consigo imaginar no momento.
O transporte seria feito em assentos flutuantes, tipo os do chapolin, só que turbinados, então você chegaria rápidamente nos lugares.
O McDonald's não faria mal á saude.
O Acre continuaria no plano do imaginário e subconsciente.
Os gatos realmente teriam 7 vidas e papai noel e CIA existiria.
Ah, não existiria desodorante rolon. Na verdade acho que as pessoas não federiam. É. Todos seriam no mínimo inodores.
Qualquer tipo de revolução restart-cine-colorida-que-fode-com-a-música-no-Brasil seria automatica e rapidamente banida, assim como seus membros e fundadores mortos e exilados.


A preguiça bateu... depois eu continuo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário